Alzheimer em gatos

O que é?

A disfunção cognitiva felina (“Alzheimer”) pode ser considerada o envelhecimento patológico de um ronrom. Diferente do envelhecimento comum, essa disfunção causa alterações nas funções cerebrais, como a diminuição da atividade celular, efeitos similares ao Alzheimer nos seres humanos. E, assim como nós, os gatos também podem perder completamente a noção do ambiente das pessoas que convivem.

Como identificar?

O processo de envelhecimento é algo natural. A diminuição das atividades, o aumento do número de horas dormindo, a falta de interesse em algumas coisas, tudo isso faz parte do envelhecimento normal dos gatos, assim como do nosso próprio. Entretanto, o gato pode começar a apresentar sinais de envelhecimento patológico – até mesmo precocemente.

Os sinais mais claros são: desorientação; diminuição das interações sociais com seu dono e outros animais; alterações no sono (como dormir durante o dia e ficar acordado durante a noite miando sem razão aparente); e até mudanças na utilização da caixa de areia (como esquecer onde ela fica). O gato com disfunção cognitiva parece perdido no ambiente, podendo não reconhecer pessoas ou animais da família, e até se isolar.

Quais as causas?

A disfunção cognitiva está mais diretamente ligada à idade. Estima-se que aos 13 anos de idade, 10% dos gatos são afetados, aos 16 anos serão 50% e aos 20 anos, 90% dos gatos podem apresentar sintomas.

Com base no conhecimento sobre Alzheimer em humanos e em cães, é possível afirmar que as alterações no cérebro são parecidas com as que ocorrem na doença de Alzheimer – deposição de substância beta-amiloide com a formação de placas- além das causas vasculares (diminuição da oxigenação).

Tratamento:

A doença tem evolução progressiva, mas é possível reverter alguns sinais com tratamento específico (medicamento) e cuidados e atenção redobrados.

Podemos ajudar nossos ronrons com alguns cuidados preventivos para facilitar a vida deles quando chegarem à fase idosa, como: escová-los com mais frequência; limpá-los se necessário (com lenço umedecido); facilitar o acesso à caixa de areia, e não mudá-la de lugar; evitar mudanças radicais no ambiente (móveis, outros animais).

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Com alguns cuidados preventivos e muito amor e paciência, nossos ronrons podem ter muitos e muitos anos de vida saudáveis e felizes. 

Fonte: Bicho Saudável.

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