Quero adotar. E agora?

Foto: Carol Demazi

 

O Adote Um Ronrom defende a posse responsável. Desta forma, os adotantes precisam cumprir algumas regras antes de adotar um dos gatos resgatados pelo projeto. Todos eles passaram por exames e tratamentos antes de estarem disponíveis para adoção, além de estarem bem alimentados e castrados. Tudo isso gera custos. O objetivo do Ronrom é garantir a qualidade de vida dos animais. Portanto, de nada adiantaria entregar um gatinho para um ambiente onde ele não esteja seguro contra doenças, como as que ele estão suscetíveis na vida livre.

 

Lembrando que para adotar é necessário enviar um e-mail para queroumronrom@gmail.com. Os gatinhos somente serão doados a pessoas que morem em Florianópolis e região.

 

 

Regras para Adotar Gatinhos Ronrom

 

1) Assinar Termo de Posse Responsável (reconhecido firma em cartório);

2) Ser maior de 18 anos;

3) Ter telas de proteção em todas as janelas do imóvel em que ficará o gatinho, incluindo apartamentos localizados no térreo;

*Se a residência for uma casa, o espaço deve oferecer condições onde o animal não tenha acesso à rua, utilizando-se de redes verticais nos muros onde ele possa pular, telas nas janelas que dão para a rua com ante sala telada, ou ainda construção de gatil externo com acesso à residência telada.

4) Ter condições financeiras para arcar com veterinário e ração de boa qualidade;

5) Residir em Florianópolis ou Grande Florianópolis;

6) Se já possuir gato, esse deve apresentar exame de Fiv e Felv;

7) Apresentar cópias do comprovante de residência e de identidade no ato da adoção.

 

Também poderão ser analisados itens como alergia, crianças, outros animais em casa, o tempo que o animal ficará sozinho durante o dia, etc.

Lembramos que cada gatinho tem um temperamento diferente e que procuramos adequar as necessidade de cada animal às necessidades dos adotantes.

Os gatinhos recolhidos pelo Adote Um Ronrom em sua maioria chegam doentes, assustados, sujos e com muito medo.

Na rua, eles experimentam desde a dor de serem abandonados por aquela pessoa em quem confiavam, até maus-tratos e envenenamentos. Outros nasceram na rua e por isso se tornam muitas vezes ariscos e permanecem sob nossos cuidados por mais tempo, até finalizarem o processo de socialização.

O preconceito em relação aos gatos ainda é grande, mas felizmente tem melhorado bastante, porém a maioria das pessoas ainda não compreende os gatos, tanto sobre comportamento quanto cuidados!

 

Nosso grande objetivo é encontrar pessoas dispostas a adotar com responsabilidade, pois nossos gatinhos não vivem só de amor. Precisamos, além de pessoas que os acolham como filhos, que lhes ofereçam tratamento veterinário quando necessário e lhes deem um lar seguro… E lugar seguro é dentro de casa!

Fazemos uma visita na casa dos adotantes antes da entrega dos gatinhos para verificar se tudo está de acordo. É imprescindível casas e apartamentos com telas nas janelas e/ou muros. Se necessário, modificar a estrutura da casa. Sim, porque gatos escalam tudo com a maior facilidade e, se bobear, eles saem para a rua num instante. Sempre tem alguém dizendo que conhece outrém que tem um gato de 10 anos que nunca pulou, porém a maioria um dia escorrega ou se empolga com um passarinho, cai e morre.

 

Gastamos fortunas com tratamentos, vacinas, castrações, nos apegamos a eles e os tratamos como nossos filhos. Já vimos muitas adoções “erradas”, e preferimos pecar por excesso de zelo, mas é por amá-los demais que nos tornamos tão criteriosos.

 

Os gatos de vida livre, além de serem alvo de acidentes e crueldades, também podem pegar doenças de outros animais. Existem doenças, como a FIV (aids), FELV (leucemia) e PIF (peritonite infecciosa felina), que são incuráveis e contagiosas entre gatos.

 

Se você não pode ou não quer prender o gatinho dentro de casa, infelizmente não poderemos doá-los pra você. Quem sabe tenha, então, um cachorrinho ou algum outro animalzinho que possa viver em seu quintal, que não consiga pular o muro ou fugir. Mas lembrem-se, com a crescente urbanização, todas as espécies correm perigo nas ruas. Atualmente o gato é o animal que mais sofre maus-tratos por parte dos humanos (dados obtidos por peritos veterinários).

Estatísticas mostram que gatinhos que saem para a rua vivem em média 3 anos e gatinhos que vivem dentro de casa vivem 15 anos ou mais. Foi-se o tempo em que os gatinhos podiam viver muitos anos passeando por aí! Gatos se adaptam muito bem ao espaço que lhes é oferecido, por isso não ache que é “maldade” deixar o gatinho do lado de dentro.

 

É um direito seu não concordar com nossa opinião sobre a qualidade de vida dos gatinhos. Nesse caso, pedimos apenas respeito. 

 

Se você não estiver dentro das regras de adoção, infelizmente não poderá adotar um de nossos bichanos. Isso não quer dizer que você seja má pessoa ou que não saiba cuidar de um gatinho. Se a adoção é negada é porque julgamos melhor para nosso protegido. Você pode adotar com outras entidades.

 

Queremos muito que nossos ronrons encontrem uma família e que sejam felizes, mas prezamos pela posse responsável e não abrimos mão dessas regras básicas. Dizem que a pressa é inimiga da perfeição, portanto não temos pressa e não pulamos etapas do processo.

Prezamos pela qualidade na adoção ao invés da quantidade de gatinhos adotados.

 

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